Festa de Halloween

Como de costume, nós aqui na Associação São Francisco sempre aproveitamos as datas ao longo do ano para comemorar com nossos meninos e meninas. São ótimas oportunidades de movimentar todo mundo num espírito diferente daquele do dia a dia. Além de todos curtirem momentos descontraídos com música e brincadeira, também comem alguns comes e bebes diferentes, o que é sempre muito bom. No finalzinho de outubro tomamos emprestada a festividade americana do Halloween e fizemos uma grande festa do dia das bruxas por aqui. Foi simplesmente maravilhoso! Nossos quitutes temáticos ficaram lindos e foram providenciados pelas cozinheiras e nutricionista, enquanto os cuidadores deram conta de uma decoração feita no capricho para a brincadeira. A equipe arrasou e estão todos de parabéns! Seguem algumas fotos para vocês verem como foi o evento. Não se esqueçam de curtir, comentar e compartilhar com os amigos! (mais…)

Outubro Rosa e a luta contra o câncer de mama

Outubro é o mês especialmente dedicado a uma causa super relevante e que precisa, sim, ser abordada sempre que possível: o câncer de mama. Essa é uma enfermidade que afeta um número alto de mulheres e, por isso mesmo, é necessário falar sobre a prevenção e o diagnóstico precoce da doença. Embora as chances de cura sejam altas, ainda temos vítimas fatais da doença, muitas vezes devido a um diagnóstico tardio ou devido à demora na procura por assistência médica após o surgimento de sintomas. Nódulos podem se formar na mama quando acontece a multiplicação anormal de células nessa região do corpo. Os nódulos podem ser benignos, ou se tratarem de um tumor maligno, ou seja, do câncer de mama propriamente. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido enquanto outros são mais lentos. Para o Brasil, estimam-se 59.700 casos novos de câncer de mama, para cada no período entre 2018-2019. O risco estimado de é de aproximadamente 57 casos para cada 100 mil mulheres. Esse tipo de câncer também é o primeiro mais frequente nas mulheres, se não considerarmos os tumores de pele não melanoma.

Fatores de risco

Embora o fato de que em 80% dos casos as pacientes diagnosticadas têm mais de 50 anos, não é possível isolar a idade como única causa para o câncer de mama. Como veremos, existem ainda alguns outros fatores de risco para o surgimento da doença: Fatores ambientais e comportamentais
  • Obesidade e sobrepeso após a menopausa;
  • Sedentarismo (não fazer exercícios);
  • Consumo de bebida alcoólica;
  • Exposição frequente a radiações ionizantes (Raios-X).
Fatores da história reprodutiva e hormonal
  • Primeira menstruação antes de 12 anos;
  • Não ter tido filhos;
  • Primeira gravidez após os 30 anos;
  • Não ter amamentado;
  • Parar de menstruar (menopausa) após os 55 anos;
  • Uso de contraceptivos hormonais (estrogênio/progesterona);
  • Ter feito reposição hormonal pós-menopausa, principalmente por mais de cinco anos.
Fatores genéticos e hereditários
  • História familiar de câncer de ovário;
  • Casos de câncer de mama na família, principalmente antes dos 50 anos;
  • História familiar de câncer de mama em homens;
  • Alteração genética, especialmente nos genes BRCA1 e BRCA2.

Prevenção

Como é o caso de muitas doenças sobre as quais já falamos em nosso blog, a manutenção de um estilo de vida saudável é fundamental para se prevenir o câncer de mama. Por isso, uma alimentação correta e a prática de atividades físicas regulares devem fazer parte da rotina de qualquer pessoa. Além disso, especialmente para o câncer de mama, amamentar é uma excelente forma de se prevenir seu surgimento. Para o caso de reposição hormonal e uso de contraceptivos, é sempre bom conversar francamente sobre os benefícios e riscos dessas terapias com o seu médico, para se tomar a melhor decisão sobre a adesão ou não esses tratamentos.

Sinais de alerta!

É fundamental que a mulher esteja atenta às suas mamas. Não existe técnica certa ou errada para o autoexame. Basta que a mulher se sinta confortável e possa realmente perceber toda a sua mama a fim de notar qualquer alteração. Seja no banho, ou durante uma troca de roupas, ou qualquer outro momento do cotidiano; fique atenta aos seguintes sintomas:
  • Caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor;
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;
  • Alterações no bico do peito (mamilo);
  • Pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço;
  • Saída espontânea de líquido dos mamilos
Caso observe alguma dessas alterações, procure imediatamente um serviço de saúde qualificado para uma investigação adequada.

Tratamentos

Os tratamentos para o câncer de mama variam de caso para caso e podem envolver quimioterapia e/ou radioterapia. Pode ser necessário realizar a mastectomia, ou seja, remoção da mama. É fundamental lembrar que para casos em que é indicada a retirada da mama, tanto os planos de saúde particulares quanto o SUS oferecem o serviço de cirurgia plástica para reconstrução da mama. Quando diagnosticado precocemente, as chances de sucesso no tratamento são superiores a 90%. Por isso, é fundamental que a mulher esteja sempre atenta aos sintomas. Além disso, é de extrema importância realizar os exames de rotina conforme orientação médica após entrar na faixa etária de risco.

A Associação São Francisco contra o câncer de mama

Aqui na Associação, como sempre, estamos atentos ao bem-estar integral dos nossos assistidos. A prevenção ao câncer de mama faz parte de nossos cuidados. Todas as nossas assistidas passam por consultas regulares na rede de saúde e fazem seus exames conforme orientação médica. Embora o mês de outubro seja um momento estratégico para conscientização da população, os cuidados com a saúde devem ser levados a sério ao longo de todo o ano, por isso estamos sempre atentos à saúde das nossas meninas e meninos também.

Setembro verde: o mês da inclusão da pessoa com deficiência

O ano de 2018 avança e já estamos em setembro, meus amigos e amigas! Como passa rápido! E setembro é um mês muito especial para nós, porque é oficialmente o mês dedicado à luta da pessoa com deficiência. Por isso, temos muito que comemorar e também muito sobre o que refletir. Temos que comemorar porque nos tempos atuais, como nunca antes, estamos cada vez mais atentos como sociedade, às necessidades particulares daqueles que até há poucos anos eram esquecidos e negligenciados. Quando a inclusão acontece, a comunidade funciona melhor e mais gente tem oportunidades iguais. E por oportunidades, falamos desde as mais mundanas até as mais nobres. Felizmente vemos mais e mais empresas e órgãos públicos facilitando o acesso às suas instalações, para que aqueles com limitações de locomoção. Temos mais vagas de estacionamento nas ruas e nos comércios. Saúde, habitação, segurança e educação são direitos garantidos por lei. Existem cotas que garantem empregabilidade para quem não teria oportunidade antes da legislação vigente. Finalmente, reconhecemos também o direito a afetividade e a constituição de família às pessoas com deficiência. Enfim, as conquistas são várias e importantes em diferentes frentes. Neste mês de setembro, diferentes instituições estão celebrando a causa. Entre eles, a própria Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo, que terá sua fachada iluminada na cor verde durante todo o mês em reconhecimento à importância desse período. Entretanto, se por um lado existe muito o que comemorar, também é verdade que precisamos convidar para um momento de reflexão porque ainda temos um longo caminho a percorrer. O convívio com a deficiência, seja ela qual for, é ainda muito limitado. Existem, no nosso convívio, aqueles que ainda tiveram pouco contato com pessoas com deficiência e por isso não estão familiarizadas com realidades diferentes daquilo que vivem. São pessoas que, sem terem culpa disso, não conseguem ver a barreira que uma grande escadaria cria para um cadeirante. É gente que não faz ideia do valor que LIBRAS agrega para o seu próprio comércio, na hora de atender um cliente surdo. Temos uma multidão que ainda não sabe qual a maneira gentil e eficiente de se guiar cegos. E, finalmente, é triste, mas ainda existem aqueles que em sua ignorância, olham com medo e reprovação para deficientes intelectuais. Nós, que somos agraciados com a oportunidade rara de amar e cuidar de nossos queridos meninos e meninas que são "diferentes" mas ao mesmo tempo tão parecidos conosco, temos o dever de proporcionar o diálogo que falta para que a inclusão aconteça sempre mais. Isso pode ser feito naquele restaurante que você frequenta e que ainda não tem banheiro acessível, ou até mesmo naquele papo descontraído com amigos que não conhecem pessoas com deficiência: fale mais a respeito. Conte como é. Desmistifique. Nós também somos agentes de transformação! Um feliz setembro verde para todos!

Agosto dourado: o mês da amamentação

No nosso calendário da conscientização, o mês de agosto é dedicado a uma causa mais do que nobre: o aleitamento materno. Por mais que se fale, escreva e divulgue, este é um assunto que sempre merece atenção e encorajamento. O leite materno nutre, protege e conecta mãe e filhos. Ele é gratuito, está sempre pronto para quando o bebê precisa, funciona como "vacina" natural e, acima de tudo, é uma capacidade inata de todos nós, mamíferos. Diante de tudo isso, não restam desculpas para não amamentar, certo mamães? É claro que existem situações excepcionais, mas em linhas gerais, a amamentação é sempre recomendada. Houve tempo em que as organizações nacionais e internacionais de saúde recomendavam o aleitamento materno até 1 ano de idade. Atualmente, a OMS recomenda fortemente que ele seja mantido até os 2 anos de idade, sendo que os primeiros 6 meses são exclusivamente de ingestão de leite materno para os bebês. Isso mesmo: nem mesmo a água é recomendada; apenas leite materno. Ele hidrata e nutre ao mesmo tempo. Para quem nunca foi mãe, é claro que existem expectativas que são frustradas. Além disso, existem alguns mitos que a população ainda insiste em propagar (titias e vovós que nos perdoem, mas principalmente a população mais experiente faz isso). Por isso, aqui fica alguns alertas a esse respeito: 1- As agências de saúde e órgãos de governo são mestres em fazer fotos lindas, com bebezinhos fofos olhando apaixonados nos olhos da mãe que amamenta tranquilamente, aconchegada numa poltrona macia e espaçosa. Bom, isso acontece... às vezes. Mas o que realmente acontece nos começo é dor, sudorese, calos, rachaduras e lágrimas. Mas não mamãe, não se desespere. Passados os primeiros dias, tanto o bebê quando o organismo da mãe aprendem o que é mamar e dar de mamar. 2- Não existe leite fraco, nem existe pouco leite. É lógico que nessa fase, o acompanhamento médico é fundamental, mas o bebê recém-nascido mama em pouca quantidade, várias vezes ao dia (haja sono atrasado). Assim que a mãe dá a luz, sua primeira produção pé o colostro, que é um leite de coloração mais amarelada. Ele funciona como uma primeira "vacina" para o bebê, além de hidratar e nutrir muito bem. Esqueça o leite de caixinha que você compra no supermercado. Aquele lá vem com aditivos e foi produzido para vaquinha para o bezerrinho dela, não para nós. O leite materno humano é completamente diferente. 3- No geral, as mamães não precisam mudar radicalmente a dieta delas. É claro, álcool e tabaco estão fora de questão. É bom evitar processados e fast food. Mas é prudente ficar alerta para sinais de alergia por parte da criança. Aí sim, adaptações podem ser necessárias, mas tudo com orientação de médicos e profissionais de saúde capacitados. 4- Não precisa complementar. Leite materno é suficiente. Talvez seja necessário ensinar a criança a abocanhar o bico do seio corretamente, mas a regra é: mamou agora, passou um tempo e ficou com fome? Então dá-lhe mamada de novo! Leite de ser humano é para seres humanos; o de vaca é para bezerros. ;-) 5- Existe um ritmo adequado de ganho de peso para a criança. Observe isso. Se você acha que seu bebê recém-nascido parou de ganhar peso, ou pior, emagreceu, então vá ao seu pediatra. Existem ainda excelentes serviços de banco de leite materno, que dão verdadeiros cursos para papais e mamães gestantes; experientes ou de primeira viagem. Procure por esse serviço no seu município. Aleitamento materno é saúde. É natural, muito prazeroso e compensador em várias frentes: prático, rápido e gratuito. Se você é uma mãe iniciante na grande aventura da maternidade, não desista jamais da habilidade de ser você a principal fonte de nutrição do seu bebê! Este pequeno texto não substitui o aconselhamento de um especialista. Em caso de dúvidas, sempre procure ajuda especializada!

Campanha de atenção à saúde bucal na Associação!

A saúde e bem-estar integral dos nossos assistidos é um dos pilares do trabalho que realizamos aqui na Associação São Francisco. Por isso, sempre que possível, realizamos atividades que promovam esses valores tanto interna como externamente. Recentemente, começamos uma verdadeira campanha de cuidados com a saúde bucal dos nossos meninos e meninas. Temos sido muito bem atendidos pela Dra. Michele Fernanda, dentista que realiza trabalhos particulares em domicílio. Ela já atendeu todos da Unidade I e, logo logo, serão todos os nossos assistidos da Unidade II que passarão por tratamento. Lembramos que a Associação São Francisco não faz esse tipo de atendimento clínico, uma vez que oferecemos o serviço de moradia assistida. Este serviço terceirizado foi um esforço custeado pelas famílias e tem sido um sucesso. Agradecemos a todos que se empenharam para fazer esse trabalho maravilhoso acontecer!  

Junho laranja: mês de conscientização sobre a anemia e leucemia

[embed]https://www.youtube.com/watch?v=lvmr6osGn4s[/embed] No nosso calendário da conscientização, junho é representado pela cor laranja para nos lembrar de um cuidado essencial para nossa saúde, que é o nosso sangue. Este é o mês dedicado ao diagnóstico, prevenção e tratamento da anemia e leucemia. Embora as duas ocorram em nossa corrente sanguínea, elas são bastante distintas entre si. Primeiramente, a anemia pode ser notada através do hemograma pela diminuição dos glóbulos vermelhos no sangue, que são as células responsáveis pelo transporte de oxigênio para todo nosso organismo. Seu principal sintoma é o cansaço. Mais que uma doença isolada, ela é sim um sintoma importante do corpo de que há algum problema que precisa da nossa atenção. A identificação precoce da causa é essencial para o melhor tratamento. Entretanto a origem do problema nem sempre é óbvia, por causa da diversidade de causas. Entre elas, a baixa produção de hemácias pela medula óssea; uma elevada destruição dessas células pelo corpo; ou perda de hemácias e ferro através de sangramentos. A causa mais comum é a anemia causada pela insuficiência de ingestão de ferro na dieta. A leucemia é uma doença maligna dos glóbulos brancos. Sua origem está na medula óssea, onde as células sanguíneas são produzidas. Além de perder a função de defesa do organismo, os glóbulos brancos doentes produzidos descontroladamente reduzem a capacidade de fabricação das outras células que compõem o sangue, assim comprometendo suas funções. Ainda não se sabe muito das causas das leucemias. Podemos classificá-las pela velocidade da divisão celular e pelos glóbulos brancos, resultando nos tipos: linfoide aguda, linfoide crônica, mieloide aguda e mieloide crônica. A leucemia crônica, que é aquela que se desenvolve por um longo período de tempo, pode ser assintomática devido a sua progressão lenta. Na aguda, que se manifesta de maneira mais agressiva num espaço de tempo curto, podem ocorrer hemorragias, infecções e a anemia. A leucemia pode ser curada e o tratamento dependerá do tipo. Pode-se recorrer a terapia biológica, transplante de células tronco, quimioterapia e radioterapia. A primeira suspeita dessa doença pode vir através do hemograma, da mesma maneira como a anemia. A confirmação final vem pelo exame da medula óssea. Assim, a realização periódica do hemograma é de grande importância para o combate à leucemia e anemia. Daí a importância de um check-up periódico com seu clínico geral. E, é claro, todos nós podemos contribuir com o combate à leucemia, dando uma nova esperança para milhares de brasileiros que esperam por um doador. É comum que não se encontre doadores compatíveis na família, por isso, ao se cadastrar como doador, você pode ajudar alguém que espera pela generosidade de alguém capaz de ajudá-lo. Para fazer isso, procure o hemonúcleo mais próximo de você.

Cultura inclusiva: Em um mundo interior

Já fizemos algumas indicações de filmes que tratam do assunto deficiência intelectual antes aqui neste artigo, mas hoje temos uma indicação com gostinho caseiro. Sim, a indicação de hoje se trata de uma iniciativa brasileira e tem como tema o autismo. Em um mundo interior é um documentário em longa metragem que mergulha no cotidiano de sete famílias com filhos autistas. Foi um trabalho de dois anos de duração, do qual surgiu a obra dos cineastas Flávio Frederico e Mariana Pamplona, que tinham a intenção de criar um filme para falar sobre crianças que precisam superar obstáculos para estar no mundo. Como o autismo é um quadro que não tem diagnóstico fechado, sem cura e cujas causas não foram determinadas ainda; esse foi justamente o tema escolhido para o projeto. Para poder realizá-lo com êxito, foram necessários contatos com inúmeras famílias que viviam a realidade de lidar com o diagnóstico de autismo. Enquanto algumas famílias resistiram a exposição, sete delas toparam passar por esse longo período exposição. E sua coragem em abrir as portas do próprio lar rendeu frutos. Graças ao documentário, o público leigo pode ter um vislumbre de como é ser uma criança autista. Especialmente porque duas das crianças acompanhadas durante o documentário ganharam câmeras, para que elas mesmas produzissem imagens para o filme. O resultado é um projeto esclarecedor e, ao mesmo tempo, poético e tocante. O longa também teve o cuidado de evidenciar como pessoas com autismo podem ser incrivelmente distintas umas das outras, não havendo um perfil "típico" de autismo no qual a maioria se encaixaria. Os graus de comprometimento podem ser alto ou leve. Alguns autistas se comunicam relativamente bem, enquanto outros chegam até mesmo a não verbalizar. Em um mundo interior foi apresentado no festival "É Tudo Verdade", no mês me maio e seguiu em exibição em algumas salas de cinema pelo país. Logo deve ser disponibilizado em mais plataformas de distribuição. Ficou curioso? Então aproveita para ver o trailer do filme logo a seguir. Não deixe de ler, também, nossos artigos sobre autismo aqui, aqui e também sobre a Síndrome de Asperger, que é um tanto similar ao autismo, aqui. Gostou da dica? Não deixe de compartilhar com os amigos e familiares! [embed]https://www.youtube.com/watch?v=yjqZJSB6gXI[/embed]

Tags: autismo, filme

Um viva para os aniversariantes de maio!

No mês de maio, dois dos nossos meninos ficaram mais velhos. Um deles é o David, que está conosco desde Novembro de 2012. Ele completou 49 anos de idade no dia 1º de maio. O outro aniversariante completou nada mais, nada menos do que 81 anos de idade! O José comemorou seu aniversário no dia 12 de maio. Ele está conosco desde de abril 2013 e é o mais sênior dos nossos assistidos. Nós queremos deixar nossa singela homenagem aos nossos queridos David e José, que fazem parte da família Associação São Francisco há bons anos. O convívio com cada um de vocês traz mais vida e alegria para nós. Desejamos muita saúde, paz e felicidade para vocês! E que possamos comemorar essas datas juntos por muito e muitos anos pela frente! Esses são os votos da Associação São Francisco!

Maio amarelo: atenção pela vida

Seguindo na esteira dos meses comemorativos, maio é dedicado a uma causa pertinente não somente a nós, que somos ou trabalhamos com pessoas com deficiência intelectual. Maio amarelo é o mês da atenção pela vida, dedicado particularmente à educação no trânsito (daí a cor amarela, representando a atenção). Os acidentes de trânsito matam anualmente mais de 1,25 milhão de pessoas no mundo, sendo que 90% destes óbitos acontecem em países de baixa e média renda, que possuem cerca de 54% dos veículos. Essas ocorrências representam a nona causa das mortes em todo o planeta, mas são a primeira na faixa etária dos 15 aos 29 anos. Até 2030, o trânsito poderá se tornar o sétimo responsável pela interrupção da vida. O Brasil aparece na quinta posição entre os países recordistas de mortes no trânsito, precedido apenas por Índia, China, EUA e Rússia, e sucedido por Irã, México, Indonésia, África do Sul e Egito. Quase a metade das vítimas fatais são pedestres, ciclistas e motociclistas, usuários mais vulneráveis. Maio amarelo é um movimento presente em 27 países, que tem como objetivo chamar a atenção para o problema da segurança no trânsito, em diferentes frentes. Seja por ações nas mídias sociais, em outdoors, cartazes, panfletos e ações educativas, as empresas e o poder público são encorajados a se engajar na causa por um trânsito mais seguro. Em 2018, o tema do maio amarelo é Nós Somos o Trânsito, para lembrar que quem faz o trânsito não são os veículos, mas as pessoas. Sendo assim, depende de cada um de nós, individualmente, fazer de nossas vias locais seguros. A iniciativa foi criada em 2014 pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), em apoio à Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020, proclamada em março de 2010 pela ONU. Neste ano, chegamos à quinta edição. Como de costume, a Associação São Francisco procura sempre educar seus assistidos no sentido de promover maior autonomia e integração à comunidade. Por isso, neste mês de maio, desenvolveremos ações educativas com o tema segurança no trânsito. Sabemos que todos, desde o condutor de carretas até o pedestre, devem ser educados para um trânsito mais seguro e a Associação não ficaria de fora desta. Quem quiser saber mais sobre o movimento Maio Amarelo, pode fazer acessando-se o site oficial em www.maioamarelo.com