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Março roxo: como ajudar numa crise epilética e mais.

Como ajudar numa crise?

Em uma crise, o melhor que você pode fazer é:

  1. Colocar indivíduo de lado com a cabeça para baixo para que ele possa respirar melhor e não se engasgar;
  2. Providenciar um apoio confortável para posicionar embaixo da cabeça,  evitando que o indivíduo bata a mesma e sofra algum traumatismo;
  3. Afrouxar as roupas do indivíduo;
  4. Retirar objetos perigosos que estejam perto do indivíduo e que possam feri-lo;
  5. Contar o tempo de duração da crise.

IMPORTANTE: Nunca introduza qualquer objeto dentro da boca do indivíduo, nem mesmo sua mão, pois ele pode morder seus dedos ou se engasgar. Não deve se dar de comer ou beber, aí existe o risco de asfixia.

Se a crise durar menos de cinco minutos e o paciente tiver histórico de epilepsia, não é necessário chamar um médico. Caso contrário, leve o paciente para um hospital ou chame uma ambulância.

Mulheres grávidas e diabéticos devem ser levados obrigatoriamente para um hospital.

Epilepsia e deficiência intelectual

Infelizmente, além do estigma próprio da deficiência intelectual, muitos deficientes ainda precisam conviver com as limitações e complicações trazidas pela epilepsia. Temos entre nossos assistidos, pessoas que sofrem do distúrbio e, como em qualquer outra condição de saúde, recebem toda a atenção adequada para prevenir episódios, tratar e minimizar qualquer dano possível. Para tanto, contamos com a atenção médica disponibilizada na comunidade, seja ela da rede pública ou da rede complementar de saúde.

Costumeiramente, o tratamento para a epilepsia envolve medicamentos. Nesses casos, tomamos cuidado especial para que nenhuma dose seja perdida, além, é claro, de nos certificarmos de seguir sempre o critério médico na administração de qualquer tratamento farmacológico.

Epilepsia é coisa séria. Quem sofre deste mal corre risco maior do que a população geral, em relação a sua própria integridade física. Esse é o caso especialmente quando se trata de manipular instrumentos cortantes, como uma faca durante a refeição, ou em atividades aquáticas. Por isso, estamos sempre atentos a cada caso e prontos para agir numa eventual situação de crise. De modo geral, recomendamos que pessoas que tenham epilepsia estejam sempre acompanhadas, principalmente se suas crises não estiverem bem controladas.

Esperamos que este pequeno dossiê sobre a epilepsia tenha esclarecido um pouco mais sobre esse distúrbio que, normalmente, costuma impressionar quem não tem contato rotineiro com ele.

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